A impermeabilização de coberturas, terraços e varandas deverá ser executada fora da época das chuvas de modo a que os trabalhos sejam executados sem que ocorra o risco da entrada de água. 

Na impermeabilização de telhados e coberturas, os pontos mais vulneráveis são: rufos, guarda-fogos, juntas de dilatação, chaminés e todos os remates. 

Caso proceda à substituição da cobertura, pode optar por escolher telhas hidrófugas, se bem o produto hidrófugo costuma desaparecer ao fim de cerca de dois anos.

Também poderá aplicar de uma subtelha. A subtelha é uma segunda impermeabilização e costuma ser aplicado na maioria dos novos telhados e coberturas.

Deverá ser tida especial atenção ao beirado, rincões, guarda-fogos, rufos e chaminés.

A fixação das telhas deverá ser executada com fixação mecânica (utilização de gatos e/ou grampos), utilização de silicone (método cada vez usado mais frequentemente) ou uma argamassa fraca rica em cal. Caso seja usada uma argamassa forte rica em cimento, as telhas poderão partir ou descolar pois a dilatação nas telhas que são materiais cerâmicos é muito menos rígida que argamassas ricas em cimento.